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Disciplina Trabalho de Campo Supervisionado (Medicina – UFF)

Oferecida pelo Instituto de Saúde da Comunidade daUniversidade Federal Fluminense (ISC-UFF), a disciplina Trabalho de Campo Supervisionado I (TCS I), obrigatória para alunos do primeiro ano do curso de Medicina da UFF, se constrói na busca da diversificação de cenários de ensino-aprendizagem a partir das seguintes articulações: com a disciplina Saúde, População e Cultura  (Saúde e Sociedade I e Epidemiologia I), com o campo de prática das profissões da área da saúde e com o desafio de tecer uma rede de saberes centrados na integração aprendizagem-extensão-pesquisa.

Seus principais objetivos são refletir sobre práticas médicas em suas dimensões socioculturais, discutir o papel e a responsabilidade ética dos profissionais de saúde e articular sua compreensão teórica com a prática em diversos cenários de aprendizagem. A ementa da disciplina consiste na caracterização qualitativa e quantitativa do cenário ambiental, populacional e psicosocial nos níveis local e municipal, na experiência com trabalhos de grupos e na identificação de grupos, seu papel e tipos de vínculos.

A disciplina é organizada em diversos grupos, dentre os quais, no primeiro período, há um com enfoque no tema das Racionalidades Médicas. Nele, faz-se uma abordagem prático-conceitual das três racionalidades médicas escolhidas para estudo – biomedicina, medicina chinesa e homeopatia. A proposta central é mostrar como cada modelo médico foi construído e como se trabalha com aquele modelo. Inicia-se então uma discussão em sala de aula de cada racionalidade médica em questão, a partir da leitura de textos e de outras dinâmicas associadas (filmes, debates, dramatizações, etc.). São programadas então visitas à instituições de saúde e de ensino relacionadas com as três racionalidades estudadas e a observação dos atendimentos é orientada por um roteiro, elaborado em conjunto com os alunos, com foco nas seguintes questões: impressões sobre o ambiente; relação médico-paciente; articulação da anamnese com os conceitos de illness e disease; observações dos sentimentos do observador.

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I Fórum Estadual de Práticas Integrativas e Complementares de Minas Gerais

Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais(SES/MG) através da Coordenação de Práticas Integrativas e Complementares (CPIC) e o Conselho Nacional de Saúde (CNS) promoverão, entre 20 e 22 de agosto de 2013 em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG), o I Fórum Estadual de Práticas Integrativas e Complementares de Minas Gerais e o I Seminário Sudeste de Práticas Integrativas e Complementares.

O evento tem entre os seus objetivos o fortalecimento das ações em Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) na região sudeste do Brasil e reunirá gestores e profissionais de saúde do SUS/MG, além de representantes de todos estados, para discutir a implantação da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) e da Política Estadual de Práticas Integrativas e Complementares (PEPIC) e dar visibilidade às suas cinco principais linhas de ação: a homeopatia, a fitoterapia e plantas medicinais, a medicina tradicional chinesa (acupuntura, práticas corporais, meditação e orientação alimentar), a medicina antroposófica e o termalismo/crenoterapia

out 25

Disciplina Saúde e Sociedade V (Medicina – UFF)

Na graduação médica da Universidade Federal Fluminense (UFF), a disciplina “Saúde e Sociedade V – Fundamentos Culturais das Medicinas – Paradigmas Médicos“, obrigatória no currículo e oferecida no 7º período do curso, é coordenada pelo professor Eduardo Almeida.
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A disciplina é oferecida pelo Departamento de Saúde e Sociedade do Instituto de Saúde da Comunidade da UFF ao 7º período da Graduação Médica. Seus objetivos são: relativizar a medicina centrada na doença e introduzir conhecimentos e paradigmas oriundos da física moderna e das ciências da complexidade, que nos permitem, hoje, compreender o que é a vida. Assim, podemos recuperar em parte a tradição médica vitalista e propor uma medicina centrada na vida, uma medicina de suporte à vida. Ou seja, trabalhar a questão dos paradigmas médicos, aplicada à clínica, dentro de um recorte delineado de um lado pela medicina centrada na doença (paradigma químico-mecanicista) e de outro lado os paradigmas que suportam uma medicina centrada no organismo vivo (sistêmico, energético, informacional, cibernético).
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Acesse o site do departamento aqui.

out 25

Medicina Antroposófica: uma ampliação da arte de curar

Antes mesmo da sua inauguração oficial, a Liga Acadêmica de Medicina e Espiritualidadeda Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) faz uma parceria com a Liga de Medicina Complementar e Integrativa e com a Regional do Rio de Janeiro da Associação Brasileira de Medicina Antroposófica e promove o simpósio “Medicina Antroposófica: Uma ampliação da arte de curar”, ministrado pela Drª. Sheila Grande, euritmista e uma das primeiras médicas do Rio de Janeiro com formação em Medicina Antroposófica. O evento é gratuito e aberto a todo o público interessado em conhecer a Antroposofia e a Medicina Antroposófica, principalmente àqueles da área da saúde. Será no dia 31 de julho de 2013, às 17h, no Espaço Jayme Landmann, sexto andar da Faculdade de Ciências Médicas, onde é ministrado o curso de Medicina da UERJ (campus Hospital Universitário Pedro Ernesto). Não é necessário realizar inscrição e a emissão dos certificados se dará via e-mail posteriormente ao evento.

O que é a Medicina Antroposófica? “A Medicina Antroposófica é uma ampliação da medicina acadêmica que busca compreender e tratar o ser humano considerando sua relação com a natureza, sua vida emocional e sua individualidade. Surgiu na Europa no início do século XX, baseada na imagem do homem trazida pela Antroposofia ou Ciência Espiritual do filósofo austríaco Rudolf Steiner (1861 – 1925). A pioneira desse trabalho foi a médica Ita Wegman (1874 – 1943), que a partir de diálogos com Rudolf Steiner, desenvolveu as bases de uma nova arte médica, indicando medicamentos e terapias para diversas doenças. Atualmente a Medicina Antroposófica está presente em mais de quarenta países, nos cinco continentes. Muitas são as ações que caracterizam e diferenciam a abordagem dos problemas de saúde pela Medicina Antroposófica. Tudo começa com uma imagem ampliada do ser humano, da saúde x doença e do processo de vida. Diante de uma doença, o médico antroposófico vai considerar o quadro clínico do paciente – seus sintomas, os dados de anamnese, de exame físico, os subsídios de exames laboratoriais ou por imagem – como qualquer outro médico. Mas também vai pesquisar como está a vitalidade desse paciente, o seu desenvolvimento emocional e como ele tem conduzido sua vida através dos anos, sua história de vida ou biografia. O diagnóstico convencional pode, então, tornar-se mais profundo e individualizado. A origem dos desequilíbrios pode ser identificada e transformada através da terapêutica. Esta envolve o uso de medicamentos produzidos com substâncias da natureza – minerais, plantas e até de alguns animais (abelha, corais) – através de técnica homeopática (diluição e dinamização), de processos específicos da farmácia ampliada pela Antroposofia (como é o caso dos medicamentos à base de metais) e de fitoterápicos. Mas também pode ser necessário o uso concomitante de medicamentos convencionais (alopáticos). Além de remédios, o médico antroposófico também prescreve orientações alimentares, de saúde em geral e de estilo de vida, além da possibilidade de trabalho conjunto com as terapias ligadas à Medicina Antroposófica. A formação em Medicina Antroposófica no mundo todo é considerada uma extensão da formação médica acadêmica. Em resumo, a Medicina Antroposófica é uma prática exclusivamente médica, enriquecida pelo trabalho conjunto, interdisciplinar com outros profissionais, tais como: massagistas rítmicos, terapeutas artísticos, euritmistas e psicólogos; todos em busca de uma renovação de sua prática, para a melhoria da qualidade dos tratamentos oferecidos.

out 25

II Simpósio de Práticas Alternativas, Complementares e Integrativas e Racionalidades Médicas

O Laboratório de Práticas Alternativas, Complementares e Integrativas em Saúde (Lapacis) da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) promove, no dia 22 de agosto de 2013 o II Simpósio de Práticas Alternativas, Complementares e Integrativas e Racionalidades Médicas. O evento, realizado na FCM/Unicamp, elege o Cuidado como principal objeto de prática e reflexão e contará com Contação de História, Oficinas, Mesas Redondas, Painel e Cortejo.

Data: 22 de agosto de 2013

Local: Anfiteatro I – FCM / Unicamp

out 25

Carta da Região Sudeste: I Seminário Sudeste de Práticas Integrativas e Complementares

No I Seminário Sudeste de Práticas Integrativas e Complementares, realizado em 22 de agosto de 2013 nas cidades de Betim e Contagem (MG), o grupo de gestores, servidores, usuários, movimentos sociais e acadêmicos da área da saúde reuniu para discutir e partilhar resultados de pesquisas e experiências exitosas dentre as Práticas Integrativas e Complementares.

Como resultado desse processo, produziu-se um documento, a I Carta da Região Sudeste, que ratifica as recomendações da II Carta da Região Sul (07/2013) e sugere novas recomendações. A carta tem textos direcionados ao Governo Federal, às Secretarias de Estado e Secretarias Municipais, aos Ministérios da Educação e da Saúde, ao Conselho Nacional de Saúde, aos Governos dos Estados da Região Sudeste, aos Conselhos de Classe e Associações Científicas e às Universidades.